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dr_setubal_Depressão_na_infância_o_que_os_pais_podem_fazer_para_ajudar_12_06_2017

O que é depressão na infância? Ela existe ou é um capricho das crianças ou adolescentes?

Depressão é uma doença e não se trata de um capricho, uma manha, ou preguiça. Antes rara na infância, hoje apesar de continuar incomum, está aumentando na população infantil.

Depressão pode estar presente quando seu filho tem:

1- Um humor triste ou irritadiço durante a maior parte do dia. Seu filho pode dizer que se sente triste ou irritado ou pode parecer mais choroso ou incomodado.

2- Não gostar de coisas que costumavam deixa-lo feliz.

3- Uma alteração acentuada no peso ou apetite, para cima ou para baixo.

4- Dormir muito pouco à noite ou muito durante o dia.

5- Não quer estar com a família ou amigos.

6- Falta de energia ou sentir-se incapaz de fazer tarefas simples.

7- Sentimentos de inutilidade ou culpa. Baixa autoestima.

8- Problemas com foco ou dificuldade de fazer escolhas. As notas escolares podem cair.

9- Não se preocupar com o que acontecerá no futuro.

10- Dores quando nada está realmente errado.

11- Pensamentos frequentes de morte ou suicídio.

Qualquer um destes sinais pode ocorrer em crianças que não estão deprimidas, mas, quando vistos juntos, quase todos os dias, são bandeiras vermelhas para a depressão. Converse sempre com seu filho sobre seus sentimentos e as coisas que acontecem em casa e na escola que podem estar incomodando ele.

Informe o médico do seu filho. Alguns problemas médicos podem causar depressão. O médico do seu filho pode recomendar psicoterapia (aconselhamento para ajudar as pessoas com emoções e comportamento) ou medicamentos para a depressão.

Os princípios básicos para uma boa saúde mental incluem uma dieta saudável, sono suficiente, exercício e conexões positivas com outras pessoas em casa e na escola.  Limitar o tempo de tela (TV; Computador e smartphone) e incentivar a atividade física para ajudar a desenvolver conexões positivas com os outros. Tempo com os pais, elogios para o bom comportamento, e apontando forças para construir o vínculo pai-filho também são necessários. Fale com seu filho sobre bullying. Ser vítima de bullying é uma das principais causas de problemas de saúde mental em crianças. Procure conversar sobre problemas de tristeza ou perda ou procure ajuda se os problemas com a dor não melhorarem. Reduza o estresse, mudanças de curto prazo na quantidade de trabalho escolar, tarefas ou atividades podem ser necessárias.

Fique atento e ajude se seu filho estiver com problemas ou sintomas abaixo:

1- O que parece preguiça ou sonolência podem ser sintomas de depressão.

2- Fale sobre qualquer história familiar de depressão para aumentar a compreensão.

3- Ajude o seu filho a aprender a pensar e a lidar com as suas capacidades

4- Ajude o seu filho a relaxar com atividades físicas e criativas. Concentre-se nas forças da criança.

5- Fale e escute seu filho com amor e apoio. Ajude seu filho a aprender a descrever seus sentimentos.

6- Ajude o seu filho a olhar para os problemas de uma forma mais positiva e diferente.

7- Dividir problemas ou tarefas em etapas menores para que seu filho consiga cumpri-las.

Siga o plano de tratamento do seu filho dado pelo médico. Certifique-se de que ele frequenta o terapeuta e toma o medicamento conforme indicado. O tratamento funciona, mas pode demorar algumas semanas. A criança deprimida pode não reconhecer as alterações no humor imediatamente.

Saiba mais:

http://institutopensi.org.br/?s=depress%C3%A3o

 

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Adaptado de Endereçar Preocupações de Saúde Mental na Atenção Básica: Kit de Ferramentas de um Clínico (Copyright © 2010 American Academy of Pediatrics)

 

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

Dr. José Luiz Setúbal
Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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