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Eu embarquei na segunda e terceira viagens da maternidade assim meio no susto, meio sem querer, querendo. E, desde sempre, quando descobri a gravidez, já dizia: “a segunda vez é tão diferente…”. Também ouvia muitas mulheres falando isso, ouço até hoje e comecei a pensar.

É diferente sim e, quem não tem filhos, chega a dar indiretinhas de que o primeiro filho é  o preferido, mais amado, mas essa está looooonge de ser a diferença.

No segundo filho (e terceiro, no meu caso) , a diferença estava na previsão, no conhecimento de “causa”. Eu já tinha ficado grávida, passado pelos eternos 9 meses, com enjôo, sono e cansaço. Já tinha botado uma filha no mundo, amamentado e cuidado dela  até aquele ponto.  Então,  estava mais tranqüila, menos ansiosa, preocupada e com medo. Prestem atenção: menos, mas não totalmente sem nenhum desses sentimentos.

A diferença é que a gente não começa a fazer o quarto e o enxoval assim que descobre  a gravidez, pelo contrário, espera quase até o último minuto, porque, sabe, vai dar tempo… na maior calma. A mala da maternidade? É praticamente arrumada com o marido lá na garagem só te esperando para ir ter o bebê. Exageros e exemplos à parte, é meio assim que funciona.

Depois que o bebê nasce então, piece of cake! Você já sabe dar banho, trocar fralda, preparar mamadeira, dar mamadeira, esterilizar mamadeira, cuidar de cólica, agüenta passar noites em claro, enfim, é diplomada, claro! Aí, que percebe que o medo, a preocupação e a ansiedade passam bem longe da sua casa.

Mas, por outro lado, preciso confessar! Eu imaginei que por já ter passado por tudo isso, não sentiria determinadas emoções e não vibraria tanto com as conquistas dos meus filhos. Calma, pareceu horrível, mas não é. Eu chorei quando vi o Pedro engatinhar pela primeira vez. Também chorei quando encontrei o primeiro dentinho do Joaquim.

Chorei mais ainda quando ele começou a andar e eu não estava por perto. E me emociono cada vez que eles me olham e falam (apaixonados, tenho certeza!) “mamãe”.  E eu quero contar pra todo mundo, poderia escrever aqui o dia inteiro contando as gracinhas dos meus filhos, tudo o que eles aprendem, como são os mais  lindos, inteligentes, carinhosos e  fofos do mundo. Ok, os meus são, viu? Coisa de mãe, de todas as mães!

Não sei se me expliquei bem, mas a gente tende a se achar meio “calejada” na segunda, terceira  ou quarta vez que se torna mãe, pensando que aquela emoção que o primeiro filho faz a gente sentir em tudo o que ele faz, não é possível existir igual. Errado, muito errado, erradíssimo!! E é aí que eu solto a frase que me acompanha muito: “só quem tem, sabe…”.

A minha mãe e a minha sogra falam do amor de avó, que é a coisa mais deliciosa e grandiosa do mundo e eu não consigo acreditar que possa ser maior do que o amor de mãe. E elas poderiam me responder: “só quem é, sabe…”. Mas pra isso também vai chegar a minha hora, espero que demore muito, mas nem tanto…


Instituto Pensi
O Instituto Pensi é o braço de ensino, pesquisa e projetos sociais da Fundação José Luiz Egydio Setúbal enquanto o Hospital Infantil Sabará é seu braço de assistência médica.

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