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menino pequeno com necessidades especiais brincando

Nossa Fundação tem uma preocupação com as crianças com necessidades especiais.

Cerca de 1/5 dos pacientes que internam no hospital, tem necessidade especial de saúde, e nosso projeto de abrangência social e com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Por esta razão estamos trazendo este relatório de orientação da Academia Americana de Pediatria (AAP).

O número de crianças na América com necessidades especiais de saúde está aumentando, aumentando cerca de 15% nos últimos seis anos. Para equipar os pediatras no cuidado dessas crianças, a AAP está publicando um novo relatório clínico, “Fatores Psicossociais em Crianças e Jovens com Necessidades Especiais de Saúde e suas Famílias” na edição de janeiro de 2019 da Pediatrics.

Crianças e jovens com necessidades especiais de saúde correm maior risco de condições físicas, de desenvolvimento, comportamentais ou emocionais crônicas, e estudos mostram que suas famílias passam por maiores demandas financeiras e de cuidado. No entanto, os pediatras podem desempenhar um papel na promoção dos pontos fortes dessas crianças, que prosperam quando recebem os suportes adequados.

Crianças e famílias que têm necessidades especiais de saúde têm maior probabilidade de enfrentar desafios emocionais ou psicológicos, problemas financeiros, dificuldades na escola e ficar motivados em estudos e bullying.

A Academia Americana de Pediatria insta os pediatras a promoverem fatores psicossociais protetores como parte de uma atenção integral coordenada para crianças com necessidades especiais e suas famílias. Uma abordagem baseada em equipe com parceiros da comunidade, como creches e escolas, pode ajudar na mitigação de fatores de risco e na promoção de fatores protetores, como técnicas parentais saudáveis, redução do estresse e serviços sociais, para aumentar a resiliência.

Cerca de 20% das crianças e adolescentes nos EUA têm uma necessidade especial de saúde, de acordo com dados de 2016. Isso representa um aumento de 15% em relação a 2010.

Para cuidar dessas crianças, a AAP recomenda que os pediatras desempenhem um papel de liderança em triagem e avaliação, promovendo saúde e bem-estar, oferecendo pagamentos flexíveis para reduzir os encargos financeiros dos serviços de saúde e implementando estratégias baseadas em equipe.

Outras recomendações incluem:

Além disso, a AAP recomenda que sejam feitas mais pesquisas sobre ferramentas de rastreio e adaptações para ajudar as crianças com necessidades especiais de cuidados de saúde. Tudo isso me parece importante para o nosso país também, pois essas crianças hoje em dia sobrevivem e precisam ter proteção do Estado.

Saiba mais sobre crianças com necessidade especial de saúde assunto no blog do Hospital Infantil Sabará:

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Pediatrics December 2018

From the American Academy of Pediatrics

Psychosocial Factors in Children and Youth With Special Health Care Needs and Their Families

Gerri Mattson, Dennis Z. Kuo,

COMMITTEE ON PSYCHOSOCIAL ASPECTS OF CHILD AND FAMILY HEALTH, COUNCIL ON CHILDREN WITH DISABILITIES

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

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Dr. José Luiz Setúbal
Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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