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representação de criança com alergia alimentar

Alergia alimentar parece estar cada vez mais comum. Uma nova pesquisa mostra que aproximadamente 8% das crianças norte-americanas foram diagnosticadas com alergias alimentares, e mais estão sendo tratadas nos departamentos de emergência por anafilaxia.

No estudo, ” O impacto da saúde pública das alergias alimentares infantis relatadas pelos pais nos Estados Unidos “, pesquisadores entrevistaram pais de quase 40 mil crianças dos EUA entre outubro de 2015 e setembro de 2016 perguntando se seus filhos têm alergias alimentares. Os pais relataram se a criança já teve uma suspeita de alergia alimentar, se foi diagnosticada por um médico, sintomas específicos de reação alérgica e outros detalhes sobre o manejo de alergia alimentar.

Depois de aplicar os procedimentos estatísticos de ponderação para garantir que os dados sejam representativos da população americana mais ampla, os autores concluíram que quase 8% das crianças americanas têm pelo menos uma alergia alimentar mediada por IgE. Os alérgenos mais comuns foram amendoim, leite, mariscos, nozes, ovo, peixe, trigo, soja e gergelim. O gergelim foi o nono alérgeno mais comum e um em cada três crianças com alergia ao gergelim relatou pelo menos uma reação alérgica grave que justificou uma visita ao departamento de emergência no ano anterior.  

Segundo os pesquisadores, as leis de rotulagem de alérgenos de gergelim nos Estados Unidos podem ser garantidas, como já é o caso no Canadá, Europa, Austrália e Israel. No geral, aproximadamente uma em cada cinco crianças com alergia alimentar relatou uma ou mais visitas a emergências relacionadas a alergia alimentar no ano anterior. Além disso, os pesquisadores descobriram que 41 por cento das crianças com alergias alimentares têm uma prescrição atual de autoinjetor de epinefrina, para uso em emergências, o que é pouco usual no Brasil.

Os autores afirmam que esses dados são consistentes com relatos recentes que sugerem que as taxas de admissão do departamento de emergência por anafilaxia estão aumentando, particularmente entre as crianças. Os autores afirmam que seus dados ressaltam a importância de melhorar o acesso do paciente a médicos treinados no diagnóstico de alergia alimentar, para que crianças com alergia alimentar e suas famílias possam ser monitoradas mais de perto, aprender mais sobre prevenção e tratamento, incluindo a importância da epinefrina, ajude as famílias a gerenciar melhor as alergias alimentares na infância e evitar reações alérgicas graves.

Nas emergências do Sabará Hospital Infantil também notamos um aumento de casos de anafilaxia e nossos imunologistas possuem protocolos bem atualizados para este tipo de atendimento.

Saiba mais:

Seu filho tem alguma alergia alimentar?: https://goo.gl/zYfuiV

Aumento da alergia alimentar: https://goo.gl/jfK6Ff

Diagnóstico e prevenção de alergia alimentar: https://goo.gl/z1z68q

Departamento de alergia e imunologia do Hospital Sabará: https://goo.gl/tFXoRh

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Pediatrics November 2018

The Public Health Impact of Parent-Reported Childhood Food Allergies in the United States

Ruchi S. Gupta, Christopher M. Warren, Bridget M. Smith, Jesse A. Blumenstock, Jialing Jiang, Matthew M. Davis, Kari C. Nadeau

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

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Dr. José Luiz Setúbal
Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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