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pai no banco do passageiro com a filha adolescente dirigindo

Para muitos adolescentes, a obtenção de uma carteira de motorista é um rito de passagem, conferindo a capacidade de viajar de forma independente para a escola, trabalho ou eventos sociais. No entanto, imaturidade, inexperiência e comportamento de risco colocam os motoristas adolescentes recém-licenciados em risco. Os acidentes automobilísticos são a causa mais comum de mortalidade e lesões em adolescentes e jovens adultos em países desenvolvidos. Em 2017, a OMS divulgou um estudo que enumera as principais causas de mortes entre adolescentes brasileiros de 10 a 19 anos. O trânsito está em segundo lugar, perdendo apenas para violência interpessoal.

De acordo com o DataSUS, entre 2005 e 2014, as mortes no trânsito na faixa etária de zero a quatro anos cresceram 66%. Nesse segmento, os óbitos saltaram de 119 para 197 ao ano no país, no período citado.

Motoristas adolescentes (15-19 anos de idade) têm a maior taxa de acidentes com veículos motorizados entre todas as faixas etárias nos Estados Unidos e contribuem de forma desproporcional para as mortes no trânsito. Além das mortes de motoristas adolescentes, mais da metade das crianças de oito a 17 anos que morrem em acidentes de carro são mortas como passageiros de motoristas com menos de 20 anos de idade.

As fatalidades na direção de adolescentes parecem estar aumentando após anos de declínio, levando a Academia Americana de Pediatria (AAP) a atualizar as recomendações para médicos e pais abordarem riscos que incluem inexperiência, velocidade e direção distraída.

Apesar de uma redução de quase 50% nas mortes de adolescentes relacionados a acidentes na última década, os motoristas adolescentes são mais propensos a se envolver em um acidente de automóvel que causa ferimentos ou morte do que qualquer outro grupo etário nos Estados Unidos. Dados de 2014-2016 mostraram um aumento nas mortes de adolescentes e lesões relacionadas a acidentes que sugerem uma necessidade de atenção renovada.

Em sua declaração política, “The Teen Driver”, a AAP observa que, enquanto a segurança dos veículos avança, leis de licenciamento, melhorias no uso do cinto de segurança e redução da capacidade de dirigir ajudaram a reduzir a taxa de mortalidade a longo prazo, muito trabalho precisa ser feito para tornar a condução mais segura para os adolescentes e a comunidade.

A declaração política publicada na edição de outubro de 2018 da revista Pediatrics mostra novas pesquisas sobre os riscos enfrentados por motoristas adolescentes.

Em 2015, quase dois mil jovens motoristas morreram em acidentes de veículos nos EUA, um aumento de 9% em relação a 2014. Outros 195 mil motoristas adolescentes ficaram feridos em acidentes de veículos em 2015, 14% a mais do que no ano anterior. Motoristas adolescentes com menos de 18 meses de experiência de condução têm quatro vezes mais risco de acidentes ou quase acidentes, com fatores de risco que incluem inexperiência, velocidade, passageiros adolescentes, distração e uso de álcool, drogas ou medicamentos.

Os riscos de acidentes aumentam para motoristas adolescentes que transportam passageiros jovens. Mais da metade das crianças de oito a 17 anos que morrem em acidentes de trânsito são mortas como passageiros de motoristas menores de 20 anos.

AAP recomenda que os pediatras:

1- Aconselhe os adolescentes sobre o uso do cinto de segurança e os riscos de dirigir sob a influência de álcool, substâncias ilícitas e medicação;
2- Oriente para garantir que os adolescentes tenham um sono adequado;
3- Oriente se o adolescente apresenta preocupações médicas, como transtorno de déficit de atenção / hiperatividade, concussões ou apneia do sono, podem ter um risco maior se sua capacidade de dirigir for afetada;

Saiba mais:

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Pediatrics, October 2018, VOLUME 142 / ISSUE 4

From the American Academy of Pediatrics

The Teen Driver

Elizabeth M. Alderman, Brian D. Johnston,

COMMITTEE ON ADOLESCENCE, COUNCIL ON INJURY, VIOLENCE, AND POISON PREVENTION

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias

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Piero

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