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Doenças cardíacas e a infância
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Doenças cardíacas e a infância

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12/06/2013
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Saiba os meios que estão ao nosso alcance para proteger as crianças de problemas do coração

 Doenças cardíacas e a infância

No Brasil, dia 12 de junho é o Dia dos Namorados. Aproveito a onda de decorações para conscientizar as pessoas sobre as doenças do coração.

Embora as taxas de mortalidade tenham diminuído ao longo dos últimos 40 anos, a doença cardíaca ainda é uma das principais causas de morte entre homens e mulheres pelo mundo. Você pode reduzir o risco de desenvolver doenças cardíacas por meio da compreensão dos fatores de risco para fazer mudanças necessárias que estejam de acordo com seu estilo de vida.

Crianças também podem ter doenças cardíacas e a cardiopatia congênita (que aparece na gestação), uma das principais alterações anatômicas dos bebês (se quiser saber mais, leia este post). Hoje, vamos falar do que é mais importante, ou seja, sobre a prevenção de doenças cardíacas a partir da infância.

Alguns fatores de risco para doenças do coração estão além do nosso controle, tais como:

História familiar: o risco é maior se todos os membros da família imediata (pais, irmãos e irmãs, etc.) tiveram um ataque cardíaco ou possuem colesterol alto ou pressão arterial elevada.

Idade: o risco de desenvolver doenças cardíacas aumenta com a idade. Isso se aplica, especialmente, aos homens com mais de 45 anos e às mulheres que passaram pela menopausa ou possuem idade superior a 55 anos. 

No entanto, muitos dos fatores de risco para doenças do coração estão dentro do nosso controle: 

Fumar: esse ato aumenta os riscos da pressão arterial e contribui para o desenvolvimento de artérias bloqueadas.

A falta de exercício físico: as pessoas que não se exercitam regularmente têm um risco maior de ter uma doença cardíaca.

Má alimentação: os riscos são maiores para aqueles que não comem frutas e vegetais nas quantidades recomendadas, além de comer alimentos que contêm gordura trans.

Ingerir muito sódio: muito sal pode aumentar a pressão arterial, um importante fator de risco para acarretar acidente vascular cerebral, doença cardíaca e doença renal. 

Estar acima do peso:  ou obeso aumenta o risco de desenvolvimento de uma ampla gama de doenças e condições graves, o que inclui doenças cardíacas, pressão arterial elevada e diabetes tipo 2. 

O colesterol elevado: ele é uma das gorduras no sangue e, ao se ter o chamado colesterol mau (LDL), pode-se haver o bloqueio das artérias. Isso, por sua vez, aumenta o risco de doença cardíaca.

A pressão arterial elevada: com o tempo, a pressão arterial elevada faz com que o coração enfraqueça. É também um importante fator de risco de acidente vascular cerebral, em particular, quando a pressão é muito elevada.

Diabetes: diabetes aumentam o risco de hipertensão arterial, de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral, especialmente, se os níveis de açúcar no sangue são mal controlados.

Estresse: os elevados níveis de tensão ou de estresse prolongado podem resultar em níveis elevados de colesterol, em aumento da pressão sanguínea ou em perturbações do ritmo cardíaco. Essas condições aumentam o risco de desenvolver doença cardíaca.

Você pode minimizar o risco de desenvolver doenças do coração de seu filho e de toda a família ao adotar um estilo de vida saudável. Se existe o risco familiar, procure um pediatra e converse com ele sobre esse assunto. Peça que faça a medida da pressão arterial e o controle do colesterol e da glicemia.

Por parte dos responsáveis, é importante aderir uma alimentação saudável, controlar o sal e a gordura e os açúcares. Inclusive, faça atividades físicas com a criança. Com relação aos adolescentes, converse com eles sobre os riscos do fumo e da vida regrada, sem muito estresse físico ou mental.

Leia também:

Previna a saúde do coração infantil

Cuidados com o coração dos pequenos

Por Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Health Canadians

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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