
Saúde
Diagnóstico de autismo: entenda os níveis e os fatores de risco!
125 —Fatores de risco genético do diagnóstico de autismo
A pesquisa nos diz que o autismo tende a funcionar em famílias. Alterações em determinados genes aumentam o risco de uma criança desenvolver autismo. Se um pai carrega uma ou mais dessas alterações genéticas, elas podem ser passadas para uma criança (mesmo que o pai não tenha autismo). Outras vezes, essas mudanças genéticas surgem espontaneamente em um embrião. Mais uma vez, a maioria dessas alterações genéticas não causam autismo por si mesmas. Elas simplesmente aumentam o risco para o distúrbio.Fatores de risco ambiental do autismo
A pesquisa também mostra que certas influências ambientais podem aumentar ou reduzir o risco de autismo em pessoas geneticamente predispostas. É importante ressaltar que o aumento ou a diminuição do risco parece ser pequeno para qualquer um desses fatores de risco.Risco aumentado:
1- Idade dos pais avançada (pai ou mãe); 2- Gravidez e complicações no parto (por exemplo, prematuridade extrema[ antes de 26 semanas] , baixo peso ao nascer, gravidezes múltiplas[ gêmeos, trigêmeos, etc.] ); 3- Gravidezes com menos de um ano de intervalo;Risco diminuído:
1- Vitaminas pré-natais contendo ácido fólico, antes e durante a gravidez;Nenhum efeito no risco:
1- Vacinas. Cada família tem uma experiência única com um diagnóstico de autismo e, para alguns, corresponde à época de vacinação de seus filhos. Os cientistas realizaram extensas pesquisas nas últimas duas décadas para determinar se existe alguma ligação entre a vacinação infantil e o autismo. Os resultados desta pesquisa são claros: as vacinas não causam autismo. Saiba mais sobre este assunto no blog do Hospital Infantil Sabará:- O aumento da prevalência do autismo
- Quando não se preocupar com autismo
- Saiba sobre triagem infantil para autismo
Dr. José Luiz Setúbal
(CRM-SP 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com especialização na Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduação em Gestão na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás, David e Benjamim.
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