
Comportamento
Redes sociais: conversando sobre o YouTube com seus filhos!
47 —1- Use listas de reprodução:
Quando seus filhos fizerem login no YouTube, eles verão as playlists que você criou e poderão assisti-los, em vez de assistir ao que aparecer aleatoriamente ou pesquisando. As listas de reprodução também reformatam a seção para cima, para que seus filhos vejam apenas o próximo vídeo da lista e não um vídeo relacionado selecionado de forma indiscriminada.2- Inscreva-se nos canais que você gosta:
Ao inscrever-se nos seus canais favoritos ou que você acha adequados aos seus filhos pequenos, eles são adicionados ao seu feed, para que as crianças possam clicar facilmente quando fizerem login. A inscrição também ajuda o YouTube a determinar outros vídeos semelhantes que você pode gostar.3- Ativar modo restrito:
Nas configurações da sua conta do YouTube (o pequeno símbolo de engrenagem), ative o modo restrito na parte inferior da página. Isso deve reduzir algumas das coisas inapropriadas para a idade.4- Desativar a reprodução automática:
Os vídeos relacionados ao lado do vídeo principal que você está assistindo serão reproduzidos automaticamente, a menos que você desative a Reprodução automática. Desligar isso impede que um vídeo potencialmente impróprio para a idade seja reproduzido.5- Use um bloqueador de vídeo:
Os bloqueadores de vídeo para download são criados por terceiros. Você pode adicioná-los ao seu navegador e configurá-los para bloquear vídeos por canal, assunto ou palavras-chave. Ainda que muitas crianças sonhem em conquistar a fama por meio do YouTube, especialistas alertam que é preciso ficar atento para que isso não prejudique o desenvolvimento dos pequenos. Na prática, isso significa que a fama pode forçar as crianças a amadurecer mais rápido, além de tornar o ambiente mais propício para a sexualização e a exposição a conteúdos violentos. Quando se está na internet e nas redes sociais, não há punição imediata para os atos. Não é como quando os pais dão bronca quando veem a criança fazendo algo de errado para ela entender que aquilo não está certo. Então parece que tudo é permitido, porque demora para a criança perceber as consequências. Outra preocupação é em relação à publicidade infantil. O Instituto Alana, uma ONG de proteção da infância, denunciou ao Ministério Público mais de 20 empresas nos últimos três anos, afirmando que elas se aproveitam da fama dos pequenos youtubers para promover ações de marketing voltadas diretamente a crianças menores de 12 anos – algo que, por lei, é proibido. Qualquer anúncio de produtos ou serviços para os pequenos deve ser direcionado aos pais, independentemente da plataforma em que é veiculado. As redes sociais, em especial o YouTube, vieram para ficar, cabe aos pais e cuidadores tomarem as precauções para que isso não afete as crianças e evitem conteúdo inapropriado para seus padrões morais. Confira mais artigos no blog do Hospital Infantil Sabará e mais materiais de apoio: As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais. Atualizado em 19 de dezembro de 2024Dr. José Luiz Setúbal
(CRM-SP 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com especialização na Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduação em Gestão na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás, David e Benjamim.
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