
Saúde
Tipos de suporte para ajudar pessoas com TEA
663 —- Mudar alguns comportamentos que interferem no seu funcionamento;
- Intervir o mais cedo possível ajuda a maioria das pessoas, por isso o diagnóstico em crianças pequenas é importante.
- Terapia ocupacional;
- Terapia de fala e linguagem (fonoaudiologia);
- Treinamento para pais, famílias e cuidadores;
- Terapia comportamental, como análise comportamental aplicada (ABA);
- Educação e planejamento escolar na forma de um plano de educação individual (IEP).
- Vestir-se;
- Comer por si;
- Estar ciente de seu corpo;
- Melhorar o equilíbrio e a coordenação;
- Melhorar suas habilidades acadêmicas, como escrever.
- Pedir por ajuda;
- Perguntar e responder questões;
- Ver livros e contar histórias;
- Começar, parar ou se revezar em uma conversa.
- Trabalhar diretamente com a pessoa usando um programa personalizado;
- Ensinar à família, cuidadores ou professores habilidades úteis;
- Treinamento para pais, familiares e cuidadores.
- Aprender a lidar com comportamentos de autoagressão;
- Aprender a se comunicar com alguém que vive com TEA;
- Reconhecer e lidar com situações que causam transtornos (gatilhos);
- Aprender rotinas e comportamentos de apoio que trazem conforto e promovem o sucesso.
- Reconhecer emoções;
- Comunicar-se melhor;
- Estar preparado para a escola ou o trabalho;
- Aprender novos comportamentos positivos;
- Aprender habilidades de vida cotidianas, como autocuidado;
- Identificar o que o perturba (gatilhos);
- Fazer planos para passar por situações sociais difíceis;
- Parar com comportamentos negativos, como se machucar;
- Educação e planejamento escolar.
- Várias terapias;
- Oportunidades de interagir com os pares;
- Suporte adicional.
- Na primeira infância;
- Ao entrar no ensino fundamental e médio;
- Ao tornar-se um adulto;
- Ao conseguir um emprego;
- Na transição para morar sozinho ou com assistência.
- Cuidados de repouso;
- Ajuda financeira;
- Envolvimento da comunidade;
- Informação e apoio parentais.
Dr. José Luiz Setúbal
(CRM-SP 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com especialização na Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduação em Gestão na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás, David e Benjamim.
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