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Estudo americano mostra que mães que retornam mais tarde ao trabalho têm maior chance de amamentar por mais tempo.
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Estudo americano mostra que mães que retornam mais tarde ao trabalho têm maior chance de amamentar por mais tempo.

Estudo americano mostra que mães que retornam mais tarde ao trabalho têm maior chance de amamentar por mais tempo.

28/07/2011
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Em estudo publicado pelo site da revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, confirma a observação dos pediatras (que acabaram por instituir a licença maternidade de seis meses, bandeira da Sociedade Brasileira de Pediatria), de que um maior tempo  até a volta ao trabalho, evidencia uma amamentação materna mais longa.

Os autores examinaram o efeito de três fatores:  Comprimento total da Licença de maternidade, a licença de maternidade  remunerada  e tempo de retorno ao trabalho. Todos estes fatores e o início da amamentação e duração desta.

O estudo, baseado em uma grande amostra nacional de mães nos EUA e mostrou os seguintes resultados: Que as mulheres que tiveram pelo menos 13 semanas de licença maternidade total apresentaram a maior taxa de iniciação do aleitamento materno (74,2 %).

As mulheres que tiveram 1-6 semanas de licença maternidade  teve a menor taxa ( 64,6 %). As mulheres que regressam ao trabalho após 13 semanas tiveram a maior proporção de aleitamento materno predominante para além dos três meses, enquanto aqueles que retornam dentro de 1 a 6 semanas teve a menor proporção.

Autor: Dr. José Luiz Setúbal
Fonte: Pediatrics

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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