Mães com maior licença-maternidade amamentam por mais tempo
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Mães com maior licença-maternidade amamentam por mais tempo

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  Um estudo publicado pelo site da revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, confirma a observação dos pediatras (que acabaram por instituir a licença-maternidade de seis meses, bandeira da Sociedade Brasileira de Pediatria), de que um maior tempo até a volta ao trabalho evidencia uma amamentação materna mais longa. Leia também: Aleitamento materno é muito importante para a promoção da saúde Os autores examinaram o efeito de três fatores: comprimento total da licença-maternidade, a licença-maternidade remunerada e tempo de retorno ao trabalho. Combinando estes fatores ao início da amamentação e duração desta. O estudo, baseado em uma grande amostra nacional de mães nos EUA, mostrou os seguintes resultados: que as mulheres que tiveram pelo menos 13 semanas de licença-maternidade total apresentaram a maior taxa de iniciação do aleitamento materno (74, 2%). As mulheres que tiveram 1 a 6 semanas de licença-maternidade tiveram a menor taxa (64, 6%). As mulheres que regressam ao trabalho após 13 semanas tiveram a maior proporção de aleitamento materno predominante para além dos três meses, enquanto aquelas que retornaram dentro de 1 a 6 semanas tiveram a menor proporção. Fonte: Pediatrics Atualizado em 22 de janeiro de 2024
Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

(CRM-SP 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com especialização na Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduação em Gestão na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás, David e Benjamim.

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