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14/06/2016
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Quem lê a nossa coluna e acompanha o site Tempojunto sabe que a gente não é inimigo das telas. Acreditamos que o mundo digital veio para ficar e que precisamos saber lidar com ele. Tanto que temos uma coluna mensal com dicas de aplicativos lá no blog. 

 

No entanto, aqui e no Tempojunto, a gente critica o excesso de telas na vidas das crianças, especialmente na primeira infância, período que vai da gestação aos seis anos. Nessa fase, as crianças precisam de interação com adultos e com outras crianças para desenvolver suas habilidades cognitivas e sócio-emocionais. 

 

Muita gente não sabe, mas este bate-bola que existe entre a criança e o adulto, quando a criança, por exemplo, faz uma gracinha, o adulto reage com um sorriso, e a criança percebe que foi ela quem provocou aquela reação e repete a atitude, é fundamental para o desenvolvimento do cérebro. E quando a criança fica imersa nas telas, essa troca não acontece.

 

Alguns motivos levam a este excesso de tempo das crianças nos smartphones, tablets e televisão. De um lado, o medo provocado pela falta de segurança pública coloca as famílias mais dentro de casa. Além disso, adultos cansados, sem tempo e sem repertório de brincadeiras, não conseguem propor alternativas tão atraentes quanto os jogos e aplicativos que os pequenos têm à sua disposição. E é aí que entra este post.

 

Se a gente quer equilibrar melhor as coisas e diminuir o tempo diante as telas, é preciso mostrar para as crianças que elas têm outras formas de usar o tempo disponível. O primeiro passo é fazer da casa um espaço brincante, onde elas podem explorar sem um mar de proibições. O segundo é oferecer objetos lúdicos, que podem ser brinquedos prontos e materiais não estruturados, como sucata, dispostos de uma maneira que as crianças possam pegar de forma autônoma. E para finalizar, você pode ajudar um com um pouco de planejamento. 

 

A gente já publicou, aqui, o texto Até brincar fica mais fácil com um pouco de organização. Nele a gente mostra que, assim como planejamos a lista de compras e as refeições das crianças, um pouco de planejamento sobre a rotina de brincadeiras ajuda a combater a falta de opção.

 

Se você quiser ajuda para desconectar os seus filhos, dá uma olhada nos posts  Como organizar um dia sem TV e Um dia de brincadeiras com seus filhos.  Lá você encontra mais dicas de como deixar a sua casa e o seu dia mais brincante

Patrícias Camargo e Marinho

Patrícias Camargo e Marinho

Patricia Marinho, publicitária de formação, é a criadora do Tempojunto, um projeto que traz dicas de brincadeiras para serem feitas em qualquer situação. Junto com sua sócia, a jornalista Patricia Camargo, querem mostrar a importância da brincadeira para as crianças e para o vínculo afetivo positivo entre pais e filhos.

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