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Vamos brincar?

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11/07/2014
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Brincar é mais do que entretenimento ou distração. Que tal aproveitar e resgatar algumas brincadeiras?

É época de férias! Crianças sem ir à escola e a eterna preocupação com o que fazer com elas. Junte-se a Copa e adultos ocupados, torcendo, sofrendo… Mas criança precisa brincar. O brincar não é apenas entretenimento, é necessidade. Pelo brincar na infância desenvolve-se importantes aspectos, como cognição, motricidade, personalidade, além de habilidades sociais como aprender a dividir, comemorar, perder, ajudar. O brincar é uma forma de descoberta importante e necessária.

Em grandes cidades nossas crianças já não têm as oportunidades de vida ao ar livre como antes. Há o perigo da violência, a pouca disponibilidade de espaços que propiciam essa vivência, como parques mal conservados, lugares pequenos. Correr, subir em árvores, participar de brincadeiras que necessitam de grandes espaços já não é uma presença constante na infância nos grandes centros. Há, contudo, aspectos positivos, elas estão mais espertas no tocante a modernidade e tecnologia. Não é incomum vermos crianças de menos de 3 anos sabendo utilizar aparelhos como ipads, joguinhos eletrônicos, até mesmo controle remotos. São outros tipos de inteligência desenvolvidos. Além de que, não podemos nos esquecer, estão sujeitas a muito mais informações e conhecimentos do que outrora. As inovações tecnológicas são ótimas, porém também acabam por isolar os pequenos, cada um com seu jogo não interage tanto com os outros.

Mas são férias, e elas precisam brincar e ampliar seu leque de possibilidades. Os brinquedos são ótimas ferramentas, assim como jogar vídeo-game, utilizar computadores e ver televisão também fazem parte. Não podemos negar o progresso, temos que acompanhá-lo. Mas que tal resgatarmos brincadeiras tradicionais? Elas também podem fazer parte do rol de escolhas e ofertas para nossos pequenos. Pode ser divertido! E sair do lugar comum. Além, claro, de manter vivas as tradições.

Há brincadeiras que não requerem muito, nem mesmo espaço. Algumas dicas:

– Lenço atrás (ou Corre cotia)
– Passa anel
– Macaco (ou o mestre) mandou
– Mamãe posso ir?
– Mímica (ou Espelho)
– Contar histórias
– Cantar
– Desenhar e colorir
– Rabo no burro
– Fabricar brinquedos com sucata (como telefone de latinha, por exemplo)
– Sombras na parede
– Brincadeiras de roda (já pararam para pensar o quão pouco as crianças fazem isso hoje em dia?)
– Estátua
– Caça ao tesouro (colocar um “tesouro” escondido e espalhar pelo lugar dicas para encontrá-lo é simples, divertido, ocupa e desenvolve o raciocínio e diversas habilidades dos pequenos)
– Pular corda (tão simples, tão à mão e tão interessante para o desenvolvimento motor)

E muito mais! As opções são inúmeras!

São dicas simples, fáceis e práticas. Uma maneira de podermos, pelo brincar, não só ocupar e entreter as crianças, mas propiciar nas suas férias momentos divertidos, diferentes para muitos, além de ajudar em seu desenvolvimento. Brincar é importante, faz parte e deve ser estimulado.

Para quem quiser ter mais idéias, há diversos sites que dão idéias de vários tipos de brincadeiras, descrevendo-as, sua importância, faixa etária entre outras informações. É só procurar.

Boas brincadeiras!

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Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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