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Os pediatras começam a triagem de seu bebê observando os marcos de desenvolvimento neuropsicomotor ou a comunicação do bebê desde sua primeira consulta.

O pediatra observa como seu bebê ri, olha para você por segurança, tenta recuperar sua atenção durante uma conversa, aponta ou acena, responde a seu nome e chora.

Essas observações em combinação com histórico familiar, exames de saúde e perspectivas parentais permanecem extremamente valiosas para ajudar a identificar crianças com TEA.

1- Rastreamento de Autismo Formalizado Recomendado para criança de 18 e 24 meses:

A Academia Americana de Pediatria (AAP) recomenda a triagem de todas as crianças para o autismo entre 18 e 24 meses, nas visitas regulares de puericultura, além de vigilância do desenvolvimento regular.

Este tipo de triagem pode identificar precocemente as crianças com alterações significativos de desenvolvimento e comportamentais, quando elas podem se beneficiar mais da intervenção, assim como aquelas com outras dificuldades de desenvolvimento. Para que a triagem seja eficaz, ela deve ser aplicada a todas as crianças – não apenas àquelas com sintomas.

2- Lista de verificação modificada para o autismo em crianças pequenas (M-CHAT):

Na maioria dos consultórios, os pediatras usam o M-CHAT, um questionário de 23 pontos preenchido pelos pais.

A maioria das famílias acha fácil preencher. Usando essa triagem padronizada, o pediatra pode pegar crianças com risco de TEA e será solicitado a iniciar conversas sobre atraso de linguagem, preocupações sobre o comportamento ou possíveis próximos passos para uma criança em risco, com testes genéticos, neurológicos ou de desenvolvimento adicionais.

É importante notar que a triagem não está diagnosticando. Se seu filho tem uma tela positiva para um TEA, isso não significa que ele ou ela será diagnosticado no espectro. E, além disso, se o seu filho fizer uma triagem normal, mas você continuar a se preocupar com o TEA, não seja tímido.

Os exames de rastreamento são apenas isso, uma triagem e não identificam todas as crianças com TEA. A taxa de sucesso para o M-CHAT, por exemplo, não é de 100%, por isso é usado em combinação com a saúde e o histórico familiar para identificar crianças em risco. Suas opiniões como pai são insubstituíveis e da maior importância.

Se você está preocupado e seu filho não foi formalmente examinado: Converse com seu pediatra sobre fazer uma triagem formal. Muitas ferramentas de triagem estão disponíveis.

Mas saiba disso: se você está preocupado com a comunicação ou o comportamento do seu filho devido a uma história familiar de TEA a maneira como ele ou ela fala ou age, ou os comentários de outras pessoas sobre o comportamento dele, não espere para falar com seu pediatra sobre fazer mais. Se o primeiro médico não responder a você ou levá-lo a sério, obtenha uma segunda opinião.

Saiba mais no blog do Hospital Infantil Sabará:

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte adaptado de Mama Doc Medicine: Encontrando Calma e Confiança na Paternidade, Saúde da Criança e Equilíbrio entre Vida Profissional e Vida (Copyright © 2014 Wendy Sue Swanson)

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias

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Dr. José Luiz Setúbal
Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

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