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ESG: a economia a serviço da sociedade
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ESG: a economia a serviço da sociedade

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26/12/2022
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Neste mês de dezembro, o Instituto PENSI sediou a palestra “Tendências em ESG que afetam o Ambiente dos Negócios”, ministrada pela economista e advogada Tarcila Ursini, uma das pioneiras a inserir a sustentabilidade na estratégia, gestão, inovação e cultura do setor empresarial no nosso país.

A primeira parte da palestra foi voltada a questões teóricas, como tendências e legislação. Posteriormente, os participantes discutiram questões práticas do dia a dia da Fundação José Luiz Egydio Setúbal (FJLES), do Instituto PENSI e do Sabará Hospital Infantil.

Ao longo do evento, Tarcila também apresentou os conceitos de “Economia Donut” de Kate Raworth, de “Greenwashing” e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para atingir a Agenda 2030 no Brasil.

CONCEITO

Environmental, Social and Governance (ESG), em inglês, diz respeito às práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa. Além de melhorar processos internos, a ideia é que as instituições sejam mais responsáveis com a sociedade e adotem medidas de cuidado com o meio ambiente. O termo surgiu em 2004, na publicação “Who Cares Wins”, do Pacto Global da ONU com o Banco Mundial.

A letra E (environmental) significa “Ambiental” e está relacionada a questões como mudanças climáticas, aquecimento global, emissão de carbono, uso de agrotóxicos, desmatamento, poluição, consumo consciente da água e gestão de resíduos. Já a letra S (social), engloba o cuidado da empresa com a sociedade de forma geral, como a diversidade nas equipes, o respeito às diferenças e aos direitos humanos, inclusão e leis trabalhistas. E, por fim, a letra G (governance), está ligada diretamente à administração da empresa, como balanços, auditorias, estrutura organizacional, análises de risco, processos e até relações com o governo.

De acordo com Tarcila, toda a empresa tem uma função social. “Como humanidade, nós precisamos rever a maneira como consumimos e agimos. Do jeito que estamos hoje, a ‘conta’ do planeta não vai fechar. Precisamos repensar a economia e o ESG é um caminho para isso”.

Ainda segundo a especialista, hoje as empresas têm ampla consciência desse tema e sabem que ele é extremamente importante: “Vivemos uma nova geração, uma nova maneira de olhar o mundo, e essa nova geração quer se empoderar e deixar um legado”.

ATUALIZAÇÃO

Ao longo da palestra, também foram apresentadas referências nacionais e internacionais, mudanças na regulação brasileira e as dez principais tendências em ESG:

  • Menos idealismo, mais ciência, mais processos, gestão e estratégia;
  • Grandes movimentos do mercado de capitais e investimentos, impulsionando essa transformação;
  • Um capitalismo mais consciente e regenerativo;
  • Novas legislações;
  • Emergência da Agenda Climática;
  • Desigualdade, pobreza, diversidade e inclusão passam a ser cada vez mais relevantes;
  • Maior perfil de diálogo e colaboração com a sociedade civil;
  • Nova geração movida por propósito e empoderamento;
  • Novas tecnologias e novos modelos de negócios;
  • Negócios sustentáveis e com forte propósito.

Com duas décadas de experiência no tema, Tarcila Ursini é conselheira de administração de importantes grupos e bastante ativa na sociedade civil, atuando como conselheira no Capitalismo Consciente, no Instituto Ethos e no Comitê Internacional de Multinacionais do B Lab. No Brasil, ela ainda é a primeira embaixadora do BlackJaguar Foundation, que pretende reconstruir o maior corredor ecológico do mundo ao longo do rio Araguaia e responsável por trazer o “Chapter Zero”, iniciativa do Fórum Econômico Mundial para capacitação de conselheiros na Emergência Climática.

Participaram do evento o presidente da FJLES, Dr. José Luiz Setúbal, a diretora executiva do Instituto PENSI, Dra. Fátima Fernandes, o CEO do Sabará, Dr. Felipe Lora e os gestores das três instituições, entre coordenadores, supervisores e gerentes.

Comunicação PENSI

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