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Vacina BCG: entenda a importância para a saúde das crianças
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Vacina BCG: entenda a importância para a saúde das crianças

Vacina BCG: entenda a importância para a saúde das crianças

01/07/2020
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A primeira vacina que o bebê recebe, a BCG, foi criada em 1921 por Léon Calmette e Alphonse Guérin. Por isso, o nome Bacilo de Calmette e Guérin, a BCG. De lá para cá, a vacina foi responsável por diminuir expressivamente a mortalidade infantil, já que protege contra a tuberculose nas suas formas mais graves, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar (espalhada pelo corpo). Em 1º de julho é comemorado o Dia da Vacina BCG, para destacar a importância desta proteção para a saúde infantil.

A vacina, que possuí componente vivo e atenuado, é geralmente aplicada no período neonatal, logo após o nascimento da criança e boa parte delas já saem vacinadas da maternidade. Atualmente, somente é necessária uma dose da vacina e todas as crianças podem recebê-la. Há apenas duas exceções: crianças imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação e prematuros até que atinjam 2kg de peso.

BCG x tuberculose pulmonar

Uma dúvida muito comum é se a vacina BCG previne também sobre a tuberculose pulmonar. “Infelizmente, é uma vacina que não conseguiu demonstrar de maneira consistente proteção contra a tuberculose pulmonar. Entretanto, para as crianças ela é efetiva na proteção das formas graves de tuberculose. Para esses casos, ela tem demonstrado eficácia e prevenção”, alerta Marco Aurélio Sáfadi, infectologista do Sabará Hospital Infantil.

O especialista ainda destaca que a vacina, além de proteger contra a tuberculose, também pode reforçar o sistema imune da criança para outras doenças. “Alguns estudos identificaram que a vacina propiciaria uma resposta imune nas crianças que faria que elas tivessem uma imunidade “treinada” e mais preparada para enfrentar outras infecções”, ressalta.

Por que ela causa uma “marquinha” na pele?

Uma recorrente curiosidades dos pais é em relação à “marquinha” que a vacina causa na pele do bebê, deixando uma cicatriz para o resto da vida. O infectologista explica que essa é uma reação normal e esperada. “Isso só acontece com a BCG, porque ela é a única vacina intradérmica, uma via necessária para que induza uma resposta imune adequada”, explica.

Para saber mais sobre o calendário de vacinas da criança, acesse o Calendário de Vacinação do Nascimento aos 19 anos, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM).

Saiba mais:

Calendário vacinal em tempos de coronavírus

Comunicação PENSI

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