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Rastreamento ocular pode ajudar no diagnóstico de autismo
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Rastreamento ocular pode ajudar no diagnóstico de autismo

Rastreamento ocular pode ajudar no diagnóstico de autismo

15/04/2020
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O Instituto PENSI, instituição criada pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal, desenvolve projetos voltados ao diagnóstico precoce de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).  Um deles é o projeto Eye Tracking (em português, rastreamento ocular), elaborado pelo Núcleo de Primeira Infância e Neurodesenvolvimento, que foi aprovado pelo Ministério da Saúde no âmbito PRONAS/PCD (Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência), e terá início este ano.

O projeto será desenvolvido em parceria com a ONG Rainha da Paz, responsável por sete Centros de Educação Infantil (CEI), na zona sul da cidade de São Paulo. A iniciativa pretende utilizar a técnica do Eye Tracking, associada à escala CARS, para detectar precocemente sinais de autismo, avaliando inicialmente 1055 crianças. As crianças com diagnóstico confirmado participarão do trabalho de intervenção precoce por meio da Análise Aplicada do Comportamento (também conhecido como método ABA), com enfoque no treino de atenção visual e atenção compartilhada.

O que é a tecnologia Eye Tracking?

A tecnologia eye tracking, em português chamada de rastreamento ocular, trata-se de um monitor com equipamentos específicos para capitação do olhar. Em sua parte inferior, luzes infravermelhas entram em contato com as pupilas e verificam para qual ângulo a pessoa está olhando.  Enquanto isso imagens como desenhos ou frases são apresentadas na tela, assim é possível concluir para onde e quanto tempo a pessoa observou os estímulos em sua frente.

Tal dado é de extrema importância, porque o olhar é um dos primeiros comportamentos aprendidos por bebês. Pouco tempo depois do nascimento já é possível olhar de maneira seletiva para objetos e pessoas ao redor. Com o passar dos meses os bebês ficam cada vez mais curiosos com os estímulos externos. O comportamento de não olhar ou não se interessar por estímulos do ambiente chama a atenção dos especialistas e devem ser investigados.  diagnosticado.

O rastreio ocular em conjunto com escalas de comportamento são ótimas ferramentas para diagnosticar comportamentos mais comuns nos autistas, por exemplo.  O espectro autista é uma desordem neurobiológica que atinge o desenvolvimento cerebral e ocasiona distanciamento social, comunicação prejudicada, interesses restritos e comportamentos repetitivos. Os primeiros sinais são a falta de contato visual e desengajamento social, inclusive com familiares. Por isso que o rastreio ocular é o primeiro passo em direção ao diagnóstico. Segue uma exemplificação de como funciona o exame.

Para saber mais sobre o assunto, visite a página do Programa Autismo e Realidade.

Comunicação PENSI

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