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Menina de 7 anos morre após participar de “desafio do desodorante”
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Menina de 7 anos morre após participar de “desafio do desodorante”

Menina de 7 anos morre após participar de “desafio do desodorante”

09/02/2018
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Esta foi a triste manchete de uma notícia que abalou São Paulo nos últimos dias. Com ela vem toda uma discussão de como lidar com as redes sociais em relação às crianças de maneira geral e aos nossos filhos de maneira particular.

O fenômeno “mídias sociais” veio para ficar. Desde dos 80 com a criação dos primeiros computadores pessoais se pensava em alguma coisa, com o aparecimento da WEB isto se tornou possível e a partir daí veio a época em que as redes sociais caíram no gosto dos internautas. O ano de 2004 pode ser considerado o ano das redes sociais, pois nesse período foram criados o Flickr, o Orkut e o Facebook, algumas das redes sociais mais populares, incluindo a maior de todas até hoje. O Orkut dispensa apresentação. A rede social da Google foi durante anos a mais usada pelos internautas brasileiros, até perder seu título para a criação do Facebook em dezembro de 2011. Um dos levantamentos mais recentes aponta que cerca de dois bilhões de pessoas ainda o utilizam no mundo, sendo mais de 100 milhões no Brasil, quase o mesmo número do YouTube. Segundo o YouTube Insights, 31% dos usuários procuram a plataforma para acessar conteúdo de aprendizado. Outros 54% acreditam que a essência da plataforma é a liberdade de expressão. Ainda segundo o estudo, 41% acreditam que a plataforma de vídeos se diferencia pela diversidade e 26% acreditam que é a autenticidade que faz do YouTube uma plataforma diferente.

Não achei dados sobre crianças, mas elas utilizam, principalmente o YouTube. Do ponto de vista geral, o que podemos fazer como sociedade é vigiar o conteúdo que está sendo colocado no ar e como regular seu uso através de leis, quando isso for possível.

Do ponto de vista das famílias, acredito que seja muito difícil o impedimento, afinal de contas é provável que todos usem (pais, avós, tios e irmãos) as redes sociais através de seus smartphones, computadores ou tablets. Portanto, se não pode impedir, você pode tentar regular e orientar o uso.

Ter regras claras em relação ao conteúdo que você acha adequado para as diferentes idades, ao tempo gasto diante das telas, ao o que pode ser feito ou divulgado (fotos, dados pessoais, convites e etc.), conversas com estranhos entre outras coisas. Saiba como usar os filtros de conteúdo e deixe claro com seu filho porque está usando, criar uma relação de confiança é essencial para que a atuação dos pais seja positiva e educativa.

Saiba mais:

https://institutopensi.org.br/blog-saude-infantil/redes-sociais-como-lidar-a-relacao-delas-com-nossos-filhos/

https://institutopensi.org.br/blog-saude-infantil/telefone-celular-qual-e-a-idade-certa-para-comecar/

https://institutopensi.org.br/blog-saude-infantil/as-crianc%CC%A7as-e-as-telas/

https://institutopensi.org.br/blog-saude-infantil/pais-x-midias-eletronicas/

https://institutopensi.org.br/blog-saude-infantil/uma-rede-de-pessoas-nada-virtual/

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2017/07/24/quem-sao-os-usuarios-do-youtube-no-brasil.html

https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/33036-a-historia-das-redes-sociais-como-tudo-comecou.htm

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2017/06/1896428-facebook-atinge-marca-de-2-bilhoes-de-usuarios-anuncia-zuckerberg.shtml

https://www.facebook.com/business/news/102-milhes-de-brasileiros-compartilham-seus-momentos-no-facebook-todos-os-meses

http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,menina-de-7-anos-morre-apos-inalar-desodorante,70002181695

 

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

(CRM-SP 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com especialização na Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduação em Gestão na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás, David e Benjamim.

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