PESQUISAR

Sobre o Centro de Pesquisa
Sobre o Centro de Pesquisa
Residência Médica
Residência Médica
Triagem para o autismo
Compartilhar pelo Facebook Compartilhar pelo Twitter Compartilhar pelo Google Plus Compartilhar pelo WhatsApp
Triagem para o autismo

Triagem para o autismo

10/12/2015
  835   
  0
Compartilhar pelo Facebook Compartilhar pelo Twitter Compartilhar pelo Google Plus Compartilhar pelo WhatsApp

girl and doctor

Pediatras começam a triagem de seu bebê por observações dos marcos de desenvolvimento ou de comunicação desde a primeira visita.

O pediatra observa como seu bebê reage aos pais e a outras pessoas durante as várias visitas na primeira infância como uma forma de triagem para estes problemas. No consultório é observado como o seu bebê ri, como olha para seus pais para se tranquilizar, como tenta recuperar a atenção da mãe durante a conversa, como aponta ou acena, como responde ao seu nome e até mesmo como e por quê chora quando o médico se aproxima.

Essas observações combinadas à história familiar, exames de saúde, e às perspectivas dos pais são extremamente valiosas para a equipe de saúde no sentido de ajudar a identificar crianças com risco de TEA.

É recomendado que as avaliações para autismo sejam feitas entre os 18 e os 24 meses:

 Checklist Modificado para o autismo em crianças (M-CHAT).

Na maior parte dos serviços de saúde americanos, os médicos usam o Checklist Modificado para o autismo em crianças (M-CHAT), um questionário de 23 pontos preenchidos pelos pais. A maioria das famílias pode encontrá-lo e é fácil de preencher. Utilizando este rastreio normalizado, o pediatra pode localizar as crianças em risco para TEA e será solicitado à família iniciar conversas sobre atraso de linguagem, preocupações com o comportamento, ou possíveis próximos passos para uma criança em risco com adicional genético, neurológico, ou testes de desenvolvimento.

É importante notar que o rastreio não é um diagnostico. Se o seu filho tem uma triagem positiva para um TEA, isso não significa que ele será diagnosticado no espectro. Os testes de seleção são e não identificam todas as crianças com TEA A taxa de sucesso para triagem não é 100% e, por isso, é utilizada em combinação com a história familiar e os exames de saúde para identificar as crianças em risco.

Mas saiba disso: se você estiver preocupado com a comunicação ou comportamento do seu filho devido a uma história familiar de TEA, o jeito que ele fala ou se expressa, ou comentários de outras pessoas sobre o seu comportamento, não espere para falar com o médico. Se o primeiro médico não responder ou não o levar a sério, busque uma segunda opinião.

Saiba mais sobre isto no Brasil e no Blog Saúde Infantil:

  1. Autismo e Realidade
  2. Protocolo do Estado de SaoPaulo de Diagnostico TEA
  3. Quando não se preocupar com o autismo
  4. Os primeiros sinais de transtornos do aspectro do autismo
  5. O aumento da prevalência do autismo
  6. Autismo e medicação pscicotrópica
  7. Crianças e o risco de autismo
  8. Déficit de atenção, autismo e o videogame
  9. Alarme para o autismo
  10. Os riscos em torno das crianças com autismo
  11. Risco de autismo durante a gravidez
  12. Herdando Transtornos Mentais

Outras fontes: Sinais precoces de transtornos do espectro autista  diagnosticar autismo – Autor: Wendy Sue Swanson, MD, MBE, FAAP

Mama Doc Medicina: Encontrando a calma e confiança na Maternidade, Saúde da Criança, e Equilíbrio Trabalho-Vida (Copyright © 2014 Wendy Sue Swanson)

Cuidar do seu Teenager (Copyright © 2003 Academia Americana de Pediatria)

Dr. José Luiz Egydio Setúbal.

As informações contidas neste site não deve ser usado como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

 
Instituto Pensi
 

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal

Dr. José Luiz Setúbal (CRM-SP: 42.740) Médico Pediatra formado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Especialização na Universidade de São Paulo (USP) e Pós Graduação em Gestão na UNIFESP. Pai de Bia, Gá e Olavo. Avô de Tomás e David.

deixe uma mensagem O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

posts relacionados

INICIATIVAS DA FUNDAÇÃO JOSÉ LUIZ EGYDIO SETÚBAL
Sabará Hospital Infantil
Pensi Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil
Autismo e Realidade